Abafada pelas escolas irlandesa e inglesa de cerveja e famosa mais
pela produção de whisky, a Escócia tem também uma ótima tradição de cerveja. Os
estilos escoceses trazem algumas similaridades a alguns estilos da escola inglesa,
mas calma, não precisa tirar sua bandeira da IRA da gaveta, colocar sua versão de “Caledonia”
para tocar e praguejar contra os Tories. Os estilos escoceses tem uma singularidade
própria, contando até com uma seção própria no guia de 2015 da associação
internacional de cervejeiros chamada BJCP que pode ser acessado aqui.
Tá... tocar Caledonia tá permitido!
Em geral, o estilo que pode ser chamado de Scotch/Scotish
Ale abrange três classificações que ficam entre o Light, Heavy e Export. Diferenciando
entre si por um aumento continuo e crescente em corpo, cor, amargor e álcool.
Quase uma adaptação das pale e red ales inglesas, o estilo favorece cores que
variam de âmbar e cobre a cores avermelhadas. No sabor e são encontrados toques leves e
caramelizados (que lembram o doce butterscotch) em todas as suas formas.
Doce que se assemelha a bala de caramelo
Nas graduações heavy e export, destaca-se também sabores
de biscoito e tostado de pão, um pequeno toque defumado pode ser sentido mas não deve se destacar, apenas se ajustar ao sabor final. Aroma e amargor de
lúpulo frutados também devem ser balanceados e não podem roubar a cena como
no caso das bitters inglesas. A graduação alcoólica é em média: Light 3%, heavy 3.5% e export
4-6%.
Há também a variação do estilo que se aproxima bastante do
estilo Old Ale inglês e se chama “Wee Heavy” que dá um maior valor ao sabor de
malte no estilo e permite uma graduação alcoólica bem acentuada, com alguns
exemplos chegando a 12% de graduação de álcool. Esse estilo pede um maior tempo
de maturação para que os aromas e gosto de álcool fiquem bem balanceados.
Devido a grande produção de whisky na Escócia, é comum
exemplares do estilo serem maturados em barris de carvalho, as vezes recém
usados para maturar whisky. O sabor madeirado do carvalho recém embebido em
whisky proporciona um toque diferenciado na cerveja e apesar de não ser
obrigatoriedade no estilo, é altamente recomendável.
Seria desonesto falar de cerveja na Escócia e não
citar uma das melhores cervejarias do mundo. A Brewdog faz parte dessa nova
revolução em produção de cervejas artesanais e apesar de estar mais ligada culturalmente a escola
americana, a marca produz também belos exemplos de estilos escoceses como a Wee
Heavy Dogma e a San Diego Scotch Ale que foi maturada em um ano em barril de
carvalho com passas embebidas ao rum. Ambos exemplares mantém a ideia da fábrica
de revolucionar os estilos tradicionais e oferecem uma versão mais extrema dos
estilos que são baseadas.
Já provou alguma cerveja desses estilos? Gostou? Deixe seu comentário a baixo e nos diga sua experiência!
Hey lads and ladies, batemos um papo com o vocalista do Pipes and Pints, Syco Mike.
Primeiramente gostaríamos de agradecer pela oportunidade. É uma grande
honra para nós do blog entrevistar um dos grandes expoentes da cena celtic punk.
1-Para começar, acredito que seria bacana se você nos contasse um pouco
sobre como Pipes and pints começou. O que vocês faziam antes da banda? Como o
Celtic Punk entrou em suas vidas.
A banda foi formada em 2006, com Vojta e Tomas tocando com diferentes
formações, um line up estável foi formado em 2009 – Mike (vocal), Vince
(bateria) e Ondra (Baixo). Pipes and Pints é uma banda de punk rock e temos
diferentes influencias musicais, isso faz nosso estilo.
2-Falando em influencias, quais nomes você pode citar como relevantes
para o som da banda?
Todos nós ouvimos diferentes tipos de musica mas posso citar bandas como
Street Dogs, Social Distortion,Bouncing Souls, US Bombs, Black Flag e muitas
outras.
3-Vemos que o verão europeu tem um grande número de festivais, com uma
com bandas como Dropkick Murphys, Mahones entre outras excursionando por ai.
Pode contar um pouco sobre como tem sido a experiência das turnês. Como é a
amizade entre as bandas? Com que banda vocês gostariam de estar no mesmo
evento?
Nós tocamos em muitos festivais com muitas bandas incríveis. Uma banda
que eu gostaria de dividir o palco provavelmente seria Black Flag ou The Henry
Rollins Band que infelizmente não estão mais tocando. No ano passado tocamos
com o Suicidal Tendencies e foi ótimo sair para conversar e estar no mesmo
palco. Foi incrível.
4-Vocês podem citar o lugar mais incomum ( país, cidade ou até mesmo
estabelecimento) que vocês já tocaram? porque?
O lugar mais louco foi a Russia, onde as pessoas enlouquecem
completamente quando tocamos. O maior perigo é o álcool, vodca antes do show
pode fazer você perder seu guitarrista ou baixista, então cuidado com a bebida. Hahahahahah!!!!!! Outra coisa, as pessoas da Russia realmente nos trataram muito bem, uma hospitalidade incrível.
5-Quanto ao um lugar inesquecível onde tocaram, onde foi? E o publico
qual o melhor? Quais musicas são mais pedidas?
Para a banda, todo show é especial e incrível. Damos toda nossa energia
e o publico nos corresponde.
Os pedidos são sempre diferentes. Nós tocamos o nosso set e as pessoas
acabam ouvindo as músicas delas.
6-Pipes and Pints tocaram em boa parte da Europa, podemos esperar que em
breve vocês cruzem o Atlântico e toquem na America do Sul. Talvez no Brasil?
Ficaríamos honrados em tocar no Brasil e esperançosos por ter a
oportunidade de andar de skate e surfar com os fãs que vierem ao nosso show. "ROCK ROLL RIDE THRO
Brazil".
7-Quais são os planos para o future da banda? Algum projeto? Novos álbuns ou Singles?
Será uma
boa coisa.
Para terminar, gostaríamos de pedir-lhe para deixar uma mensagem a todos
os fãs Brasileiros do Pipes and Pints.
HEY BRASIL, ESPERO "ROCKING ROLLING RIDING” PELO SEU PAIS COM
NOSSO “BAGPIPING PUNK ROCK”.ESPERO VER TODOS VOCÊS EM BREVE NO PALCO.
First of all, I’d like to thank you for
this opportunity. It’s a big honor for us, Irish Punk Brasil, to interview one
of the biggest exponent in the Celtic Punk world scene. 1-To begin with, would be nice if you tell
us a little of how Pipes and Pints started. What you guys use to do before the
band? How did Celtic Punk came into your lifes? The band
started in 2006 with its original members Voijta and Tomas after playing for
years with different members the best
line up was found in 2009 Mike the Syco Mike frontman singer Vince
pounding drums and Ondra the bouncing
bass man. Pipes and Pints is a Punk rock band and we all have different kind of
influences on music that is what makes our style of music. 2-As for influences, which can you name as
relevant to the band’s sound? We all
listen to different kinds of music but here a few Street Dogs, Social
Distortion,Bouncing Souls, US Bombs Black Flag and many more. 3-We see that in european summer there’s a
huge number of festivals with a lot of bands, as Dropkick Murphys, The Mahones
and so on. Can you tell us a little bit of the experiences on tours, how is the
friendship between the bands? And which band would you like to be at the same event? We have
played many festivals with many amazing bands one band I would like to share
the same stage with would probably be Black Flag or the Henry Rollins band but unfortunantly they are not playing
anymore. We played with suicidal Tendencies this year it was great to hang out
and talk and rock the same stage. It was amazing. 4-Can you guys cite the most unusual place
(country, city or even establishment) you have ever played at? And why? Craziest
place we where was Russia the people went totally ape shit when we played.
Dangerous is the alcohol the vodka before the show you could lose your guitar
player or bass player before the show starts so be careful with the drinking.
HAHAHAHAHAH!!!!!! Otherwise
the people there took really good care of us
there hospitality was amazing. 5-What about the most amazing place?What
about the crowd? Where was the best crowd you played to? Which song is the most
requested on shows? Every
show is special and great for us we give all our energy and the crowd gives it
back to us. Request
are always different we play our set and people get to hear there songs anyway. 6-Pipes and Pints played in a good part of
Europe, should we expect that soon you’ll be crossing the Atlantic and play in
South América, perhaps even in Brazil? Yes we
would be honored to play in Brazil and hopefully have the opportunity to go
skateboarding and surfing with the fans coming to our shows. ROCK ROLL RIDE
THRO Brazil. 7- What are the plans for the future of the
band? Any projects? New albums or singles? Will be
a good one. To end this, I’d like to ask you to leave
a message to all Pipes and Pints fans in Brazil.
HEY
BRAZIL HOPE TO BE ROCKING ROLLING RIDING
THRO YOUR COUNTRY WITH OUR BAG PIPING PUNK ROCK SOUND SEE YOU ALL SOON IN THE
PIT I HOPE.
Com a popularização de cervejas artesanais no Brasil, muitos
acabam descobrindo que certos estilos de cerveja combinam melhor com certo tipo
de comida. O costume que antes era basicamente combinar uma porção de fritas
com uma american light lager qualquer, abre possibilidades para IPAs, Weiss e
stouts... E mesmo que muitos ainda se complicam em escolher o prato principal ou
porção com a cerveja artesanal, pior ainda é a escolha de sobremesas com
cerveja.
Sim, é possível combinar diversos estilos de cerveja
artesanal com pratos doces. Em alguns casos eu diria inclusive que são até a
principal escolha! Tudo é questão de atenção nos ingredientes e quais sabores
deseja ressaltar. Me acompanhe nesse pequeno tutorial básico e, quem sabe,
brotar algumas novas ideias de harmonização para usar com amigos ou até mesmo
para impressionar sua companhia para a noite.
De olho nas especiarias!
Uma ótima dica para saber com o que harmonizar pode estar
justamente na receita da cerveja em si. Cervejas Weiss e Golden Ales que tem
canela em sua receita harmonizam muito bem com receitas que levam canela.
Cervejas com café e chocolate combinam com sobremesas que levam esses mesmos
ingredientes. Então atenção na composição da cerveja acima de tudo!
Dry Stouts,
Imperial Russian Stouts, Porters
Cervejas com marcas presentes de torrado e toffe harmonizam
perfeitamente com sobremesas secas a base de chocolate como cookies, chocolate em
barra meio amargo e brownies. Os sabores se equivalem e trazem uma boa sensação
no paladar. Eu mesmo não sou muito fã de chocolate e muito menos de dry stouts,
incluindo a Guinness (sim, sim... eu sei que vocês me odeiam), mas quando comi
os dois juntos, não teve como negar a felicidade gustativa que senti. A
harmonização fica ainda melhor se as cervejas tiverem café ou chocolate na
fórmula.
Brown Ales, Sweet Stouts e Oatmeal
Stouts
Essas com um sabor mais doce e um gosto mais caramelizado do
que as do grupo em cima combinam bastante com sobremesas a base de caramelo e
chocolate no geral. Pudins, petit gateau, pasta de avelã com chocolate, bolos
de chocolate com cobertura. Com o sabor menos torrado e seco desses estilos de
cerveja, sobremesas mais suaves equivalem em sabor com a cerveja, sem anular o
gosto de nenhum dos dois.
Hefeweiss, Weizendunkel,
Weizenbock, Strong Golden Ales
Hefeweiss são cervejas de trigo que não passam pela
filtração, ou seja, tem cor mais turva e corpo maior. Weizendunkel e weizenbock
contem alguns grãos com torra média, dando um sabor diferencial e cor laranjada
e as vezes cobre nas cervejas. Doces de médio corpo, como pudins de leite com
canela e bananas flambada ou torta de banana são boas pedidas.
Weiss, Golden Ales, Trippel, Witbier
Nesse estilo, leveza prevalece. Por contarem com cervejas de
corpo baixo e coloração clara, recomendo doces leves, receitas com mel e banana
são bem vindas, cereais como aveia e caldas leves também, desde que não muito doces e pesadas. Como as cervejas nesse caso são mais leves, pode rolar de a sobremesa se sobrepor demais ao sabor da cerveja, anulando a experiência.
IPAs, Pales Ales e Red Ales
Agora chega a parte mais complicada, em especial com as
IPAs. Pois dependem dos lúpulos usados na cerveja. Algumas delas têm sabores
frutados mais pronunciantes como manga e pêssego e, portanto, pedem doces
baseados nessas frutas. Outras IPAs ressaltam sabores mais cítricos de maracujá
e laranja, pedindo mousses e doces cítricos. Porém se a IPA que estiver tomando
ter um amargor mais floral ou picante, não é recomendado arriscar em doces para
harmonizar. Pale Ales seguem a mesma especificidade mas com atenção redobrada
na leveza do prato, assim como as Golden ales. Reds por terem também uma torra
média, pedem doces que valorizam o sabor de caramelo e pratos mais pesados.
Já haviam experimentado alguma dessas combinações? Gostaram?
Não deixem de comentar qual foram suas experiências.
Com músicas como Johnny Tarr, Nancy Wiskey e o re-make do Tell Me Ma, Gaelic Storm vem desde 1996 marcando seu espaço.
No Brasil, nem tão conhecida, a banda faz enorme sucesso no mundo a fora com seu ritmo dançante que vai desde o folk irlandes, escocês, e encontra o celtic punk.
Green Eyes, Hed Hair - Gaelic Storm - Album Cabbage (2010)
A banda, iniciada em Santa Mônica - Califórnia, em 1996, já passou por diversas mudanças e sua formação atual consiste em Patrick Murphy (acordeon e lead vocal), Steve Twigger (guitarra, bandolim e lead vocal), Ryan Lacey (percussão, vocal), Peter Purvis (gaita de fole e tin whistle) e Kiana Weber (violino e vocal).
Heart of The Ocean - Gaelic Storm
Em 1997, Gaelic Storm, chegou a aparecer no filme Titanic como uma banda de terceira classe, com a música "An Irish Party In Third Class", o que acarretou em vários elogios críticos e populares, além de começarem turnês.
An Irish Party In Third Class
A banda já chegou a à 1ª parada na Billboard Mundial, com seu álbum "What's the Rumpus?" de 2008. Gaelic Storm, do começo até hoje lançou 10 álbuns e todos valendo a pena de ouvir do começo ao fim.
Gaelic Storm - 1998
Herding Cats - 1999
Tree - 2001
Special Reserve (Compilation) - 2003
How Are We Getting Home? - 2004
Bring Yer Wellies - 2006
What's the Rumpus? - 2008
Cabbage - 2010
Chicken Boxer - 2012
The Boathouse - 2013
Slim Jim and the Seven Eleven Girl - Gaelic Storm - Album What's the Rumpus
Hey lads and ladies, mais
uma entrevista internacional chegando. Desta vez um papo com Jérôme Bélanger, guitarrista e membro fundador, da
Banda canadense Irish Moutarde.
IxPxB: Para
começar, acho que podemos falar um pouco de como começou a banda. Já são cinco
anos, certo? Quais foram as principais influencias musicais? Como foram os
primeiros dias e os primeiros concertos? E a aceitação por parte do publico?
Na época, o Irish Moutarde foi criado para tocar em
apenas um show! Mathieu estava em uma organização para retomar o desfile de São
Patrício na cidade de Quebec. Tocávamos Metal Progressivo na época e Mathieu
apresentou a ideia de realizar um show em tributo ao Celtic Punk para as
festividades. Fizemos principalmente covers de DKM e Flogging Molly. Em janeiro de 2010, realizamos um “show
teste”, antes das festividades de São Patrício, para cerca de 300 pessoas. Foi inacreditável! Após esta apresentação,
recebemos muitas oportunidades para tocar e foi isso: Irish Moutarde tornou-se o que é hoje. Lentamente fomos
incorporando material original e a resposta do publico foi incrível. Com toda
esta recepção positiva, decidimos gravar um álbum.
IxPxB: O
primeiro álbum foi muito bem recebido, tendo muitos reviews positivos, e
figurando em todas as mais relevantes listas de melhores álbuns de Celtic punk
do ano de 2013. Conte um pouco sobre o processo criativo e a Gravação. Foi um projeto
totalmente independente?
Primeiro, Irish Moutarde é 100% independente. É duro!
Temos eu trabalhar muito em todos os aspectos da banda. Cada membro faz o que
pode para ajudar e é muito gratificante ver o que fizemos por conta própria!
Não tínhamos ideia que este álbum seria tão bem recebido e teria reviews em
todo mundo! Ele nos levou a França para tocar para 10000 pessoas! Eu ainda não
consigo acreditar!
Nosso processo criativo foi fácil: algum membro
produzia uma demo aproximada de uma musica que tinha em mente, então tentávamos
a musica com a banda completa. Cada musico pode inserir seu próprio talento, e
é isso! Se gostássemos do resultado
final mantínhamos a canção! Mathieu, Dominic e Sébastien trouxeram realmente
canções incríveis. Estamos muito orgulhosos do resultado.
Para a produção, nos seguimos na maior parte do
caminho “Do It Yourself”; Sébastien tem grandes habilidades na produção e eu me
sinto em casa lidando com aspectos técnicos de gravação. Fred também construiu
uma cabine de gravação! Gravamos todos os vocais e instrumentos nos mesmos,
exceto a bateria. Sébastien foi para o estúdio de Jef Fortin para gravar as
seções de bateria. Jef é um guitarrista incrível banda Anonymus e tem um monte
de grandes discos na careira como produtor. Era natural pedir-lhe para a
bateria e produção, mixagem e masterização do álbum.
IxPxB: o
Irish Moutarde esta baseado na cidade de Quebec (Canadá), o pais de vocês tem
bandas de Celtic punk proeminentes como Mahones e Real McKenzies, mas a cena na
província de Quebec especificamente, como é? Vocês tem recomendações de bandas
para nós?
A primeira banda em minha mente é, obviamente, os
Mahones. Eles são de Montreal, em nossa Província. Nós tocamos com eles uma vez e foi uma insano.
Durante a grande fome na Irlanda, um grande quantidade
de famílias irlandesas teve de deixar seu pais. Eles chegaram em Quebec buscando uma vida melhor. Eu acho que as
raízes musicais dessas pessoas ajudaram a desenvolver o “Quebec Folclore” ,
como ficou conhecido. Há uma banda nova chamada Carotte. Eles acabarem de
lançar seu primeiro álbum chamado "Punklore & Trashdition" eles
juntaram os clássicos do folclore musical de Quebec em um impressionante álbum
punk! Tivemos o prazer de tocar com eles uma vez e foi fantástico! Eles
realmente merecem alguma atenção!
IxPxB: Recentemente
foi lançando a coletânea "Famous for Nothing", na qual vocês
participaram com o cover de Dirty Glass. Particularmente eu gosto muito da
versão original, mas o cover com todo o estilo Irish Moutarde ficou fantástico. Como surgiu o convite para o
projeto, e a escolha da canção?
Mathieu viu esse projeto na internet e sugeriu
tentarmos um lugar na coletânea! Candidatamos-nos sugerindo The Dirty Glass e
conseguimos uma faixa no projeto. Dirty Glass foi uma escolha natural com
Andrée-Anne na banda. Escolhemos a
musica, e tocamos com muita energia como tocamos nossas canções, e foi isso!
Estamos realmente satisfeitos e gratos por fazer parte deste projeto com todas
essas bandas impressionantes! Também é por uma boa causa! Nós obtivemos grandes
comentários para a nossa capa da canção; É outra coisa louca nunca esperaríamos
para nós com essa banda!
IxPxB: Em dezembro de 2014 Matt, Dom e
Christian deixaram a banda. Este ano começou com um reestruturação, a propósito
quero dar as boas vindas a Garbor e Antony. Como esta sendo este período e
quais os projetos do Irish Moutarde para 2015?
Vamos usar 2015 para “lapidar” os novos membros, criar
novas músicas e trabalhar em um segundo álbum! Para mim, esse período é bem
vindo para recuperar um tempo com meus filhos e minha namorada. Mathieu,
Christian e Dominic são grandes amigos. Claro que sinto falta deles, eles
trouxeram muito para a banda, mas ao mesmo tempo temos, com novos membros, uma
nova energia para trabalhar em novas canções!
IxPxB: Irish
Moutarde tem bastante admiradores no Brasil, ano passado, no show do Dropkick
Murphys vi inclusive algumas camisas da banda no meio da galera. Gostaria que
vocês deixassem um recado para todos os fãs brasileiros.
Estou muito agradecido pela oportunidade da
entrevista. Obrigado a vocês e todos os fãs brasileiros.
IxPxB: To start I think, we can talk about the band's
kick off. Was 5 years ago, right? Who the principal influences and musicals
references? How were the first’s days and the firsts concerts? And the public
acceptance?
Jérôme:At the time, Irish Moutarde was created to play
only one gig! Mathieu was in an organisation to bring back the St-Pat's parade
in Quebec City. We were playing prog metal music at the time and Mathieu
brought up the idea to make a tribute show of celtic and Irish punk rock for
the parade festivities. We did mostly covers of Dropkick Murphy and Flogging
Molly. We did a "test show" in January 2010 before the St-Pats
festivities in front of 300 people. We had a major blast! After that show, we
received plenty of gig opportunities and that was it: Irish Moutarde became
what it is today. We slowly began to incorporate original material and the
public response was awesome. With these great reviews, we decided to make a
record!
IxPxB: The Moutarde’s first album was very
well received, positives reviews a lot, and has figured in all most relevants
best celtic punk albums list of 2013. talk about the creation and recording of
this? Was a totally independent project?
Jérôme:First off, Irish
Moutarde is 100% independent! It's tough! We have to work really hard for every
aspect of the band. Each member does what he can to help and it is so
gratifying to see what we did by ourselves! We had no idea that this record
would make it to any charts, or get reviews from all around the world! It
brought us to France to play in front of 10000 people! I still can't believe
it!
Our creation process was easy: some member
produced a rough demo of a song he or she had in mind, then we tried the song
with the full band. Each member can put its own flair to the song, and that's
it! If we like the final song, we keep it! Mathieu, Dominic and Sébastien
brought really great songs. We are really proud of the result!
For the production, we did it mostly the
DIY way; Sébastien has serious producing skills and I feel at home dealing with
the technical aspects of recording. Fred also built us a sweet recording booth!
We recorded all the vocals and instruments by ourselves, except the drums.
Sébastien went to Jef Fortin's studio to record the drum sections. Jef is the
awesome guitar player of the iconic band Anonymus and he has a bunch of great records
under his belt as a producer. It was natural for us to ask him for the drums
and producing, mixing and mastering the whole album!
IxPxB: Irish Moutarde is based in Quebec canadá,
your country have prominent Celtic Punk bands like Mahones and Real McKenzies,
but the scene in Quebec province, how is it? Do you a band recommendations for
us?
Jérôme: The first band in my mind is
obviously the Mahones. They are from Montréal, in our Province. We played with
them once and it was crazy :-P .
During the Great Famine of Ireland, a lot
of Irish families had to leave Ireland. They came to Quebec for a
better life. I think that the musical roots of those people helped Quebec to
develop the "Quebec Folklore," for what it is known. There is this
new band called Carotté. They just launched their first album called
"Punklore & Trashdition" They took the classics of Quebec's
folklore music and they twisted in an awesome punk album! We had the pleasure
to play with them one time and it was fantastic! They really deserve some
attention!
IxPxB: Recently was release the "Famous for
Nothing", for which you participate with the Dirty Glass cover.
Particularly I like so much the DPI with Stephie Daughter version, but the
Irish Moutarde like and feel was so awesome cover. How arose the invitation to
project, and the song choice?
Jérôme: Once again, Mathieu saw this project on the Internet
and suggested that we apply to get a spot on the record! We applied, suggested
The Dirty Glass and we got the spot. Dirty Glass was a natural choice with
Andrée-Anne in the band. We took the song, and we just played it with high
energy like we play our songs, and that was it! We are really pleased and
grateful to be a part of this project with all those awesome bands! It's also
for a good cause! We get great comments for our cover of that song; It's
another crazy thing we never expected for us with this band!
IxPxB: On december of 2014 Matt, Dom and
Christian left the band. This year began a restructuration, by the way, welcome
Gabor and Antony. How has been this period and which the Irish Moutarde
projects for 2015?
Jérôme:We're going to use 2015 for drilling the new
members, create a new show and work on a second album! For me, the break is
welcome to get the time back with my kids and my girlfriend. Mathieu, Christian
and Dominic are great friends. Sure we miss them, they have brought so much to
the band and at the same time, it brings a new vibe to work on new song with
the new members!
IxPxB: Irish Moutarde have many fans in Brazil. I
saw same Moutarde t-shirts in DKM concert last year in our country. I wish the
band left a message to all Brazilian fans.
Jérôme:I'm really grateful that you
give us the opportunity to do this interview!! Thanks to you and all the
Brazilian fans!
Quando montamos o blog que foi oriundo de um grupo do extinto Orkut nos idos de 2008, o objetivo era trocar materiais , reunir a galera e difundir nosso amado etílico estilo musical. Impulsionar a cena nacional era o sonho, hoje eu lanço um pequeno post que é concretização disso. Hoje temos bandas nacionais, shows e eventos relacionados acontecendo em diversas partes do Brasil.
Eu tenho a felicidade de trazer para aqueles que ainda não conhecem, uma banda do estado do Rio de Janeiro, que representa muito nossa linha. O nome é Punching Namard da cidade de São Gonçalo. Esses caras já foram selecionado banda do mês num siteEspanhol e por aqui seguem show a show, produzindo um bom trabalho com uma linha instrumental de dar inveja a muita banda gringa que paga maluca por aí na pista. Não vejo a hora de estar num show dos caras e escutar um Tossers e outras pérolas como Happy Ol´McWeasel ao vivo. Os mesmos foram mencionados num site francês como uma das 15 descobertas mundiais mais promissoras do nosso estilo. Segue a Demo dos caras com cinco músicas.
O Rio de Janeiro vai formando bandas e promovendo as cena que cresce dia a dia, esse ano o Irish Punk Brasil, tem coisas armadas para acontecer em SP e BH e ao que tudo tudo indicava vamos acabar ancorando nossa nau na cidade maravilhosa também. Sorte a vocês meu amigos do Punching Namard!!!!!
Eu deixo para vocês um vídeo dos caras fazendo cover de uma música que sempre está no meu set de discotecagem dessa banda que foi uma das primeiras que comecei a escutar The Tossers: Siobhan.