quarta-feira, 24 de abril de 2013

O Nascimento de um Motocube

"Considerados literalmente como demônios, flagelo dos deuses, entre outros nomes agradáveis pelos seus inimigos, esses homens formavam um dos grupos mais temidos nos campos de batalha da Antiguidade.
Berserkers foram guerreiros conhecidos na literatura nórdica antiga por serem praticamente imbatíveis em ações aparentemente descontroladas, mas que causavam grande dano ao contingente inimigo, tornando-se uma excelente arma durante as guerras (que naquela época, eram basicamente compostas de combates corpo a corpo).


A classe guerreira Berserker é lembrada e cultuada até hoje pela sua enorme força e agressividade dentro dos campos de batalha. Devotos de Odin, eram famosos por lutarem sem qualquer tipo de armadura, utilizando apenas machados (armas que não possuem defesa, como uma espada) e se atirando ferozmente pra cima de qualquer oponente ( deu para perceber o quão "delicados" eram os sujeitos).

A palavra "Berserker", que originou o berserk no Inglês, possui dois significados: "pele de urso", ou ainda "camisa de urso"; e "sem camisa", ou ainda "camisa simples". Apesar de parecerem incoerentes essas significações, as duas podem ser plausíveis, pois os berserkers eram ligados à natureza e aos animais, principalmente aos Lobos e aos Ursos. Estando sem camisa durante as batalhas, era como se fossem animais livres para o combate."

Um comentário:

  1. Boa noite,

    Meu nome é Douglas Adrian, sou escritor do blog Revelação do Meu Eu. Atualmente escrevo uma coluna de literatura em uma revista virtual, REVISTA CULTIVE (http://revistacultive.com.br/). Tenho um projeto em andamento para uma nova postagem na coluna onde reunirei pequenos textos de blogueiros, com isso o trabalho dos participantes poderá ser divulgado e o seu nome conhecido por meio da revista. Caso tenha interesse gentileza retornar contato no e-mail douglas@revistacultive.com.br, assim encaminharei os procedimentos para confecção dos textos e participação.
    Desde já agradeço a atenção.



    Atenciosamente,
    Douglas Adrian

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